Pilates na Lombalgia e Como Tratar – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates na LombalgiaPilates na lombalgia

O pilates na lombalgia vem ganhando grande notoriedade no mundo da reabilitação devido sua grande eficacia na reabilitação de alguns músculos essenciais. saiba abaixo tudo que necessita saber.

Estudos epidemiológicos demonstram que cerca de 50 a 90% dos indivíduos adultos apresentam lombalgia em algum momento de sua vida (GREVE et al, 2003). 90% ou mais das lesões lombares ocorrem no nível discal L4-L5 ou L5-S1. O disco L4-L5 geralmente comprime a 5ª raiz lombar (Evans, 2003).

Dor lombar

Na prática clínica a dor lombar tem sido avaliada e tratada através do raciocínio que engloba, além das próprias alterações mecânicas localizadas do disco intervertebral (Teyhen et al., 2007; LAIRD et al., 2012), as alterações posturais (Scannel; MCGILL, 2003; SMITH et al., 2008; LAIRD et al., 2012), alterações no controle neuromuscular (HODGES et al., 2009; LAIRD et al., 2012) e desequilíbrio e atrofia muscular (LAIRD et al., 2012).

É um consenso entre os estudos demonstrando que pacientes com dor lombar crônica apresentaram, quando comparados aos saudáveis, diferenças no controle motor da região lombar, como atraso na ativação muscular (RADEBOLD et al., 2000; CHOLEWICKI et al., 2005), déficit de controle postural (RADEBOLD et al., 2001; BRUMAGNE et al., 2004; HENRY et al., 2006; VOLPE et al., 2006) e alteração no padrão de recrutamento muscular (VAN DIEËN et al., 2003; LARIVIERE et a., 2005; HODGES et al., 2009).

Ativação dos músculos chave

Kibler et al. (2006) consideram a fraqueza e atraso na ativação da musculatura extensora de tronco uma das principais causas de dor. Através de eletromiografia, Hodges et al. (2001); Leinonen et al. (2001); Hodges (2003) e Boudreau et al. (2011) também demonstram atraso na ativação muscular de multífidos, transverso abdominal e extensores de tronco durante a movimentação ativa dos membros em indivíduos com dor. Outros autores mostraram ainda que na presença de dor lombar recorrente e crônica, músculos específicos como os multífidos e transverso abdominal apresentam, além de atraso no tempo de ativação, redução da área de secção transversa (FERREIRA et al., 2004; FERREIRA et al., 2009).

Essa Ativação dos músculos chave, são o carro chefe do pilates na lombalgia e de outros problemas na coluna.

Propriocepção

O treino proprioceptivo tem sido sugerido como um importante aspecto da intervenção no tratamento e reabilitação da lombalgia e envolveriam principalmente exercícios de equilíbrio, postura e estabilização. No entanto, um programa de reabilitação específico para melhorar a propriocepção da coluna ainda não foi estabelecido (PETERSEN et al., 2008; TOMÉ et al., 2012), e existem poucos dados que suportem essa ideia (NEWCOMER et al., 2000; GEORGY et al., 2011).

Sabe-se que o fortalecimento e estabilização da coluna lombar são formas de prevenir e tratar as lombalgias. Hoje vamos apresentar 4 exercícios de Pilates na lombalgia que podemos realizar para melhora do quadro.

Lembrando quê: Isso não descarta uma Avaliação Fisioterapêutica e Médica para o melhor tratamento.

Esses e outros muitos exercícios para patologias de coluna podem ser encontrados em nossos cursos de Pilates na lombalgia:

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Vamos aos Exercícios?

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Nos Próximos Artigos vamos descobrir exatamente a função de cada exercício e onde e quando deverá ser empregado. Fique ligado!
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Bibliografia

Hodges, P.; van den Hoorn, W.; Dawson, A.; Cholewicki, J. Changes in the mechanical properties of the trunk in low back pain may be associated with recurrence. J Biomech, v.42, p.61-6, 2009.

Kibler, W. B.; Press, J.; Sciascia, A. The role of core stability in athletic function. Sports Med, v.36, n.3, p.189-98, 2006.

Georgy, E.E. Lumbar Repositioning Accuracy as a Measure of Proprioception in

Patients with Back Dysfunction and Healthy Controls. Asian Spine Journal, v. 5, n. 4, p. 201-207, 2011.

Petersen, C.M.; Zimmermann, C.L.; Cope, S.; Bulow, M.E.; Ewers-Panveno, E.

Journal of NeuroEngineering and Rehabilitation, v.5, n.9, 2008.

Tomé, F.; Ferreira, C.B.; Cornelli, R.J.B.; Carvalho, A.R. Lombalgia crônica: comparação entre duas intervenções na força inspiratória e capacidade funcional. Fisioter. Mov., Curitiba, v. 25, n. 2, p. 263-272, abr./jun. 2012.

Artigo Escrito por

Camilo Barbosa Junior Crefito3 150302-F
Fisioterapeuta, Especialista Fisiologia do Exercício, Especialista em Reabilitação Aplicada ao Esporte (Unifesp), Pós-graduando em Formação Docente no Ensino Superior. Possui diversos Cursos de Pilates (Completo, Avançado em Suspensão, Patologias, Gestação, Alongamento Consciente, Atualização em Pilates) total de 14 cursos. Pesquisas e áreas do conhecimento em Reabilitação, biomecânica e Pilates – Coluna, Ombro e Quadril. Ministrante de Cursos de Pilates Completo e Avançado em Patologias Ortopédicas desde 2010.
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Pilates na Cervicalgia: Como Avaliar e Tratar – BLOG PILATES FISIO FITNESS

pilates na cervicalgia

Pilates na cervicalgia: Avaliação e Tratamento

Pilates na Cervicalgia, ou qualquer outra forma de tratamento é necessário conhecer e entender o termo e o que pode acometer. para isso abaixo listamos aspectos importantes.

A dor no pescoço (cervicalgia) pode ter origens diversas, sendo elas desde alterações posturais, como traumas mecânicos, compressões articulares, retificações, dentre outras. Entende-se que o termo cervicalgia não se refere a uma patologia propriamente, mas sim a um sintoma ou uma forma de manifestação de alterações musculares dolorosas (Machado, 2013).

Aspectos Clínicos da Cervicalgia

Normalmente apresenta aspectos clínicos multifatoriais, uma vez que podem envolver fatores individuais de risco (tanto com características físicas ou mesmo emocionais), ou ligados à ergonomia e às atividades laborais (Vianna et al, 2011).

As diferentes dimensões das dores crônicas na coluna necessitam de ampla descrição da entidade apresentada na doença, o que de acordo com (Waddell, 2013) incluem principalmente “comprometimento por dor, deficiência física e incapacidade”.

A cervicalgia é muito comum na população em geral (Jordan, 1998). Nos países ocidentais, a dor no pescoço é relatada como uma das principais causas de licença médica de longo prazo e de pensões trabalhistas. Persistente e debilitante, a dor no pescoço decorrente de acidentes de carro também é comum.

Por isso, fica difícil delimitar com precisão um traçado único da prevalência das cervicalgias.

Estudos Brasileiros

Em três estudos nacionais recentes a prevalência da cervicalgia foi avaliada na população geral brasileira (sem delimitações ou especificações outras desse grupo) (Silva et al, 2012).

Machado (2013), refere que as dores cervicais afetam 30% dos homens e 43% das mulheres em algum momento de suas vidas. Silva encontrou que a cervicalgia acomete em média de 12% a 34% da população adulta em alguma fase de sua vida, com maior incidência no sexo feminino e trazendo algum tipo de comprometimento em sua atividade laboral.

Antônio (2011) refere que a prevalência da cervicalgia é estimada em 29% nos homens e 40% nas mulheres, podendo esses números serem ainda maiores quando avaliadas populações selecionadas de acordo com atividades exercidas no trabalho.

A cervicalgia pode ainda causar outros tipos de danos para o indivíduo, como alterações e/ou compensações no sistema osteomuscular, como por exemplo, na cintura escapular, podendo ocasionar tensões associadas que influenciem na postura da cabeça e mandíbula, podendo evoluir para um quadro de disfunção temporomandibular, como foi visto em estudo de (Gorreri et al, 2008) em que 100% dos indivíduos pesquisados e portadores de cervicalgia, apresentaram disfunção temporomandibular.

Escalas e Questionários

Para mensurar o impacto que a cervicalgia pode causar no indivíduo, bem como as limitações por ela geradas, diversos questionários e escalas de avaliação foram desenvolvidos, sendo frequentemente na língua inglesa (Pietrobon, 2002), como Neck Disability Index (NDI) (Vermon, 1998), Neck Painand Disability Scale (NPDS) Cervical Spine Outcomes Questionnaire (CSOQ) (Menezes, 2012), Northwick Park Neck Pain Questionnaire (NPK) (Moffett, 2005).

As escalas e questionários de auto-avaliação, além da importância científica, podem nortear a prática clínica (Fejer, 2008).

O questionário The Copenhagen Neck Functional Disability Scale (CNFDS) é uma ferramenta de avaliação clínica que evidencia com precisão a percepção do paciente com relação a sua funcionalidade frente ao cenário da dor cervical, sendo capaz de ajudar a orientar suas perspectivas clínicas (Misterska, 2011).

Escala

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As questões de número 1 a 5 são questões de direção positiva, ou seja, uma resposta “sim” indica uma boa condição cervical. Já as questões de número 6 a 15 são questões de direção negativa, assim sendo, uma resposta “sim” indica uma pobre condição cervical. Com isso, a pontuação máxima possível é de 30 pontos, e a mínima é de 0, sendo que quanto maior a pontuação, maior a disfunção (Waddell, 2013).

Score

  • A classificação da disfunção segue tal como no artigo original:
     1 a 3 pontos = incapacidade mínima;
     4 a 8 pontos = incapacidade leve;
     9 a 14 pontos = incapacidade leve à moderada;
     15 a 20 = incapacidade moderada;
     21 a 26 = incapacidade moderada à intensa;
     27 a 30 = incapacidade intensa.

Tratamento com Pilates na Cervicalgia (Lembrando que, são algumas sugestões)

Sabe-se que a terapia combinada é a mais eficaz no tratamento. Dentro das terapias ou métodos podemos utilizar o Pilates que, engloba uma série de combinações.
Abaixo segue nossas dicas de exercícios para melhorar a postura e o realinhamento, fortalecendo e diminuindo o quadro álgico. E você quais exercícios do Pilates na cervicalgia usaria para realização de um tratamento eficaz? Descreva abaixo!

 pilates na cervicalgia

Bibliografia

The Copenhagen neck functional disability scale – CNFDS: translation and cultural adaptation to brazilian portuguese Journal of Human Growth and Development, 2014; 24(3): 304-312

Viana PB, Benini LV, Vasconcellos C. Programa de ginástica laboral versus desconforto laboral. Coleção Pesquisa em Educação Física. 2011; 10(2): 125-32.

Silva RMV, Lima MS, Costa FH, Silva AC. Efeitos da quiropraxia em pacientes com pilates na cervicalgia: revisão sistemática. Rev Dor. São Paulo. 2012; 13(1):71-74.

Gorreri MC, Guimarães EA, Barbosa KVMS, Barbosa GAS, Baraúna MA, Strini PJSA, et al. Relação entre cervicalgia e disfunção temporomandibular. Fisioterapia Brasil. 2008 Jul /Ago; 9(4): 264-268.

Menezes EM, Rocha RO, Moreira AAD, Nascimento DG, Araújo AEP, Maia LCS. Artroplastia total do disco cervical com prótese de Bryan. Resultados Clínicos e funcionais. Rev Coluna/Columna. São Paulo, 2012; 11(3): 214-8.

Vermon H, Mior S. The Neck Disability Index: a study of reliability and validity. Journal of manipulative and physiological therapeutics. 1991,14(7):409-15.

Moffett JAK, Jackson DA, Richmond R, Hahn S, Coulton S, Farrin A, et al. Randomised trial of a brief physiotherapy intervention compared with usual physiotherapy for neck pain patients: outcomes and patient’s preference. BMJ 2005; 330-75.

Fejer R, Jordan A, Hartvigsen J. Neck pain and disability due to neck pain: what is the relation? Eur Spine J. 2008; 17:80–88.

Misterska E, Jankowski R, Glowacki M. Crosscultural adaptation of the Neck Disability Index and Copenhagen Neck Functional Disability Scale for patients with neck pain due to degenerative and discopathic disorders. Psychometric properties of the Polish versions. BMC Musculoskelet Disord. 2011 Apr 29;12:84.

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Pilates na Incontinência Urinária – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates na Incontinência

Pilates na Incontinência Urinária

Quando penso em “Pilates na Incontinência” a primeira coisa que passa na minha cabeça é o fortalecimento do famoso “power house” (ou caixa de força).

O power House é o nome dado ao conjunto de músculos que devem trabalhar de forma harmônica em TODOS os exercícios do pilates.

Os músculos da parede abdominal (músculos da barriga), os paravertebrais (músculos que ficam do lado da coluna), o diafragma (principal músculo responsável pela respiração) e os músculos do assoalho pélvico (aqueles responsáveis por segurar o xixi).

Assoalho Pélvico

Quando penso em Incontinência Urinária (perda de xixi), a primeira opção de tratamento é o treinamento dos músculos do assoalho pélvico, que tem suas regras para evoluir o tratamento até o momento de alta.

O treinamento dos Assoalho pélvico junto com atividades do dia-a-dia e exercício físico faz parte da evolução do TTO, pois nem todas as mulheres conseguem fazer logo no começo. Por isso o Pilates na incontinência vem ganhando adeptos.

Se você não tiver consciência e coordenação da contração, quando seu instrutor de pilates pedir para você fazer força para segurar o xixi, você pode não fazer uma contração correta ou até não fazer nenhuma contração.

Se esse for seu caso, o pilates vai te ajudar a parar de perder xixi. Mas para isso fará um trabalho mais específico. Isso acontece pois a muitas mulheres precisam trabalhar esses aspectos da musculatura (consciência e coordenação) para depois evoluir no tratamento.

Se você tem uma boa consciência e coordenação da contração dos músculos do assoalho pélvico, quando solicitado a você fazer força para segurar o xixi, você vai realizar uma contração correta. Se esse for seu caso, o pilates vai te ajudar a parar de perder xixi ou até preveni-la.

Você tem a perda de urina e a intenção de fazer exercício físico?

Que tal associar o atendimento de um instrutor de pilates ao treinamento dos músculos do assoalho pélvico (Kegel) por alguns meses? Pelo menos até você aprender como contrai corretamente os músculos do assoalho pélvico para depois fazer exclusivamente o pilates.

Agora você pode estar pensando…
“Como vou saber se estou fazendo a contração correta?”
Simples! Através da avaliação de um fisioterapeuta – Instrutor de Pilates Especializado

Texto: Fisio Mulher

Artigo por

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Pilates na Gravidez – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates na gravidez

Pilates na Gravidez

Pilates na gravidez ou Pilates na gestação é necessário conhecer os aspectos que envolvem todo período gestacional. E para isso estudar todos esses aspectos são importantes.

Se você precisa saber mais, o curso aborda absolutamente todos os aspectos através do guideline na gestação.

Mas enfim, continue lendo este artigo, caso haja interesse abaixo encontrará onde realizar sua formação.

Há tempos atrás, a gravidez era considerada como sendo o período em que a mulher precisava ter certos cuidados.

Mulheres em período gestacional recebiam orientações quanto a permanecer em repouso, evitar esforços físicos, e alimentar desejos extravagantes, além de liberdade para abusar de alimentos pouco saudáveis, gordurosos e doces.

Agora, a palavra de ordem é gravidez saudável

O culto ao corpo de forma moderada é até benéfico. As recomendações, não somente para gestantes, mas para todas as pessoas em geral, são cultivar bons hábitos que incluem:

Alimentação balanceada e exercícios físicos moderados, mas constantes, que garantam uma melhor qualidade de vida durante e depois da gravidez.

O Pilates está entre as modalidades de exercícios recomendados para esse período, pois ao contrário do que se acredita, grávidas podem usufruir da prática.

A exceção daquelas que se encontram em gravidez de risco, ou tiveram algum tipo de complicação que devam seguir recomendações médicas de repouso, a fim de evitar maiores consequências.

É importante que o ginecologista esteja ciente da prática dos exercícios e que seja consultado quanto à sua liberação (o instrutor de Pilates deve exigir isso de sua aluna).

Pilates é contraindicado quando?

Acreditava-se que o Pilates na gravidez era contraindicado, devido a seus exercícios Malabares nos aparelhos e na bola, e também pela sua grande ênfase na contração abdominal.

O Pilates pode ser adequadamente adaptado para a gravidez, desde que não sejam realizados certos exercícios, tais como os abdominais pesados.

É importante ressaltar

A gestante não deve ser colocada em posições que causem muito desequilíbrio, para evitar risco de quedas, por exemplo.

Pilates na gestaçãoQuais exercícios realizar?

Os exercícios de braço estão muito bem indicados, já que fortalecem a região dando boas condições à futura mamãe de carregar seu filho no colo.

Pernas também estão liberadas para serem trabalhadas, a fim de evitar dores articulares que possam vir em função do sobrepeso.

Os exercícios de alongamentos devem ser priorizados, pois na gravidez, em função do aumento abdominal, o peso da mulher se desloca todo para a frente. Alterando o seu centro de gravidade, aumentando a curvatura fisiológica da coluna, e causando dores.

Os exercícios abdominais e a mobilidade da coluna serão, naturalmente, praticados durante os exercícios de braços, de pernas, e através da respiração característica do método.

O Pilates auxiliará a gestante no período pós-parto, facilitando o retorno mais rápido do abdômen. Causa esta pela diástase abdominal e flacidez tecidual.

Cabe ressaltar que é necessário que o ginecologista esteja de acordo com a prática do Pilates na gravidez. O ideal é que ele mande uma liberação por escrito para que o instrutor saiba do andamento da gestação.

Se a aluna suspeita que está grávida, ela deve avisar imediatamente o instrutor, mesmo que ainda não tenha feito nenhum exame para comprovação. Evitando certos exercícios, garantindo uma gestação sem sustos.

Entretanto, deve-se salientar que se a gestante nunca praticou nenhum tipo de exercício físico, deve procurar executar exercícios leves de Pilates.

Gostou?

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