Pilates na Cervicalgia: Como Avaliar e Tratar – BLOG PILATES FISIO FITNESS

pilates na cervicalgia

Pilates na cervicalgia: Avaliação e Tratamento

Pilates na Cervicalgia, ou qualquer outra forma de tratamento é necessário conhecer e entender o termo e o que pode acometer. para isso abaixo listamos aspectos importantes.

A dor no pescoço (cervicalgia) pode ter origens diversas, sendo elas desde alterações posturais, como traumas mecânicos, compressões articulares, retificações, dentre outras. Entende-se que o termo cervicalgia não se refere a uma patologia propriamente, mas sim a um sintoma ou uma forma de manifestação de alterações musculares dolorosas (Machado, 2013).

Aspectos Clínicos da Cervicalgia

Normalmente apresenta aspectos clínicos multifatoriais, uma vez que podem envolver fatores individuais de risco (tanto com características físicas ou mesmo emocionais), ou ligados à ergonomia e às atividades laborais (Vianna et al, 2011).

As diferentes dimensões das dores crônicas na coluna necessitam de ampla descrição da entidade apresentada na doença, o que de acordo com (Waddell, 2013) incluem principalmente “comprometimento por dor, deficiência física e incapacidade”.

A cervicalgia é muito comum na população em geral (Jordan, 1998). Nos países ocidentais, a dor no pescoço é relatada como uma das principais causas de licença médica de longo prazo e de pensões trabalhistas. Persistente e debilitante, a dor no pescoço decorrente de acidentes de carro também é comum.

Por isso, fica difícil delimitar com precisão um traçado único da prevalência das cervicalgias.

Estudos Brasileiros

Em três estudos nacionais recentes a prevalência da cervicalgia foi avaliada na população geral brasileira (sem delimitações ou especificações outras desse grupo) (Silva et al, 2012).

Machado (2013), refere que as dores cervicais afetam 30% dos homens e 43% das mulheres em algum momento de suas vidas. Silva encontrou que a cervicalgia acomete em média de 12% a 34% da população adulta em alguma fase de sua vida, com maior incidência no sexo feminino e trazendo algum tipo de comprometimento em sua atividade laboral.

Antônio (2011) refere que a prevalência da cervicalgia é estimada em 29% nos homens e 40% nas mulheres, podendo esses números serem ainda maiores quando avaliadas populações selecionadas de acordo com atividades exercidas no trabalho.

A cervicalgia pode ainda causar outros tipos de danos para o indivíduo, como alterações e/ou compensações no sistema osteomuscular, como por exemplo, na cintura escapular, podendo ocasionar tensões associadas que influenciem na postura da cabeça e mandíbula, podendo evoluir para um quadro de disfunção temporomandibular, como foi visto em estudo de (Gorreri et al, 2008) em que 100% dos indivíduos pesquisados e portadores de cervicalgia, apresentaram disfunção temporomandibular.

Escalas e Questionários

Para mensurar o impacto que a cervicalgia pode causar no indivíduo, bem como as limitações por ela geradas, diversos questionários e escalas de avaliação foram desenvolvidos, sendo frequentemente na língua inglesa (Pietrobon, 2002), como Neck Disability Index (NDI) (Vermon, 1998), Neck Painand Disability Scale (NPDS) Cervical Spine Outcomes Questionnaire (CSOQ) (Menezes, 2012), Northwick Park Neck Pain Questionnaire (NPK) (Moffett, 2005).

As escalas e questionários de auto-avaliação, além da importância científica, podem nortear a prática clínica (Fejer, 2008).

O questionário The Copenhagen Neck Functional Disability Scale (CNFDS) é uma ferramenta de avaliação clínica que evidencia com precisão a percepção do paciente com relação a sua funcionalidade frente ao cenário da dor cervical, sendo capaz de ajudar a orientar suas perspectivas clínicas (Misterska, 2011).

Escala

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As questões de número 1 a 5 são questões de direção positiva, ou seja, uma resposta “sim” indica uma boa condição cervical. Já as questões de número 6 a 15 são questões de direção negativa, assim sendo, uma resposta “sim” indica uma pobre condição cervical. Com isso, a pontuação máxima possível é de 30 pontos, e a mínima é de 0, sendo que quanto maior a pontuação, maior a disfunção (Waddell, 2013).

Score

  • A classificação da disfunção segue tal como no artigo original:
     1 a 3 pontos = incapacidade mínima;
     4 a 8 pontos = incapacidade leve;
     9 a 14 pontos = incapacidade leve à moderada;
     15 a 20 = incapacidade moderada;
     21 a 26 = incapacidade moderada à intensa;
     27 a 30 = incapacidade intensa.

Tratamento com Pilates na Cervicalgia (Lembrando que, são algumas sugestões)

Sabe-se que a terapia combinada é a mais eficaz no tratamento. Dentro das terapias ou métodos podemos utilizar o Pilates que, engloba uma série de combinações.
Abaixo segue nossas dicas de exercícios para melhorar a postura e o realinhamento, fortalecendo e diminuindo o quadro álgico. E você quais exercícios do Pilates na cervicalgia usaria para realização de um tratamento eficaz? Descreva abaixo!

 pilates na cervicalgia

Bibliografia

The Copenhagen neck functional disability scale – CNFDS: translation and cultural adaptation to brazilian portuguese Journal of Human Growth and Development, 2014; 24(3): 304-312

Viana PB, Benini LV, Vasconcellos C. Programa de ginástica laboral versus desconforto laboral. Coleção Pesquisa em Educação Física. 2011; 10(2): 125-32.

Silva RMV, Lima MS, Costa FH, Silva AC. Efeitos da quiropraxia em pacientes com pilates na cervicalgia: revisão sistemática. Rev Dor. São Paulo. 2012; 13(1):71-74.

Gorreri MC, Guimarães EA, Barbosa KVMS, Barbosa GAS, Baraúna MA, Strini PJSA, et al. Relação entre cervicalgia e disfunção temporomandibular. Fisioterapia Brasil. 2008 Jul /Ago; 9(4): 264-268.

Menezes EM, Rocha RO, Moreira AAD, Nascimento DG, Araújo AEP, Maia LCS. Artroplastia total do disco cervical com prótese de Bryan. Resultados Clínicos e funcionais. Rev Coluna/Columna. São Paulo, 2012; 11(3): 214-8.

Vermon H, Mior S. The Neck Disability Index: a study of reliability and validity. Journal of manipulative and physiological therapeutics. 1991,14(7):409-15.

Moffett JAK, Jackson DA, Richmond R, Hahn S, Coulton S, Farrin A, et al. Randomised trial of a brief physiotherapy intervention compared with usual physiotherapy for neck pain patients: outcomes and patient’s preference. BMJ 2005; 330-75.

Fejer R, Jordan A, Hartvigsen J. Neck pain and disability due to neck pain: what is the relation? Eur Spine J. 2008; 17:80–88.

Misterska E, Jankowski R, Glowacki M. Crosscultural adaptation of the Neck Disability Index and Copenhagen Neck Functional Disability Scale for patients with neck pain due to degenerative and discopathic disorders. Psychometric properties of the Polish versions. BMC Musculoskelet Disord. 2011 Apr 29;12:84.

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Artigo Escrito por

Camilo Barbosa Junior Crefito3 150302-F
Fisioterapeuta, Especialista Fisiologia do Exercício, Especialista em Reabilitação Aplicada ao Esporte (Unifesp), Pós-graduando em Formação Docente no Ensino Superior. Possui diversos Cursos de Pilates (Completo, Avançado em Suspensão, Patologias, Gestação, Alongamento Consciente, Atualização em Pilates) total de 14 cursos. Pesquisas e áreas do conhecimento em Reabilitação, biomecânica e Pilates – Coluna, Ombro e Quadril. Ministrante de Cursos de Pilates Completo e Avançado em Patologias Ortopédicas desde 2010.
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Pilates na Gravidez – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates na gravidez

Pilates na Gravidez

Pilates na gravidez ou Pilates na gestação é necessário conhecer os aspectos que envolvem todo período gestacional. E para isso estudar todos esses aspectos são importantes.

Se você precisa saber mais, o curso aborda absolutamente todos os aspectos através do guideline na gestação.

Mas enfim, continue lendo este artigo, caso haja interesse abaixo encontrará onde realizar sua formação.

Há tempos atrás, a gravidez era considerada como sendo o período em que a mulher precisava ter certos cuidados.

Mulheres em período gestacional recebiam orientações quanto a permanecer em repouso, evitar esforços físicos, e alimentar desejos extravagantes, além de liberdade para abusar de alimentos pouco saudáveis, gordurosos e doces.

Agora, a palavra de ordem é gravidez saudável

O culto ao corpo de forma moderada é até benéfico. As recomendações, não somente para gestantes, mas para todas as pessoas em geral, são cultivar bons hábitos que incluem:

Alimentação balanceada e exercícios físicos moderados, mas constantes, que garantam uma melhor qualidade de vida durante e depois da gravidez.

O Pilates está entre as modalidades de exercícios recomendados para esse período, pois ao contrário do que se acredita, grávidas podem usufruir da prática.

A exceção daquelas que se encontram em gravidez de risco, ou tiveram algum tipo de complicação que devam seguir recomendações médicas de repouso, a fim de evitar maiores consequências.

É importante que o ginecologista esteja ciente da prática dos exercícios e que seja consultado quanto à sua liberação (o instrutor de Pilates deve exigir isso de sua aluna).

Pilates é contraindicado quando?

Acreditava-se que o Pilates na gravidez era contraindicado, devido a seus exercícios Malabares nos aparelhos e na bola, e também pela sua grande ênfase na contração abdominal.

O Pilates pode ser adequadamente adaptado para a gravidez, desde que não sejam realizados certos exercícios, tais como os abdominais pesados.

É importante ressaltar

A gestante não deve ser colocada em posições que causem muito desequilíbrio, para evitar risco de quedas, por exemplo.

Pilates na gestaçãoQuais exercícios realizar?

Os exercícios de braço estão muito bem indicados, já que fortalecem a região dando boas condições à futura mamãe de carregar seu filho no colo.

Pernas também estão liberadas para serem trabalhadas, a fim de evitar dores articulares que possam vir em função do sobrepeso.

Os exercícios de alongamentos devem ser priorizados, pois na gravidez, em função do aumento abdominal, o peso da mulher se desloca todo para a frente. Alterando o seu centro de gravidade, aumentando a curvatura fisiológica da coluna, e causando dores.

Os exercícios abdominais e a mobilidade da coluna serão, naturalmente, praticados durante os exercícios de braços, de pernas, e através da respiração característica do método.

O Pilates auxiliará a gestante no período pós-parto, facilitando o retorno mais rápido do abdômen. Causa esta pela diástase abdominal e flacidez tecidual.

Cabe ressaltar que é necessário que o ginecologista esteja de acordo com a prática do Pilates na gravidez. O ideal é que ele mande uma liberação por escrito para que o instrutor saiba do andamento da gestação.

Se a aluna suspeita que está grávida, ela deve avisar imediatamente o instrutor, mesmo que ainda não tenha feito nenhum exame para comprovação. Evitando certos exercícios, garantindo uma gestação sem sustos.

Entretanto, deve-se salientar que se a gestante nunca praticou nenhum tipo de exercício físico, deve procurar executar exercícios leves de Pilates.

Gostou?

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Pilates na lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA) – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates nas lesões do joelho

O Pilates nas lesões do Joelho (LCA)

O pilates nas lesões do joelho é bastante requisitado. Mas para utilização do mesmo é necessário conhecer a Fisiopatologia de cada lesão. Nesse Artigo vamos entender quais grupos musculares são lesionados, e quais daremos enfase na reabilitação. Como as lesões do joelho são diversas dizer “pilates na lesão do joelho é muito superficial”. É necessário entender de cada lesão. Vamos então saber um pouco sobre o LCA (ligamento Cruzado Anterior). Aqui saberemos desde a cirurgia, uma comparação de duas técnicas cirúrgicas, quais delas possui melhor índice de recuperação. Com isso podemos imaginar um tratamento baseado em cada tipo de cirurgia. Entender até que ponto a reabilitação através do pilates ou qualquer outra técnica Fisioterapêutica. Vamos ao Estudo?

Resumo

O objetivo desse estudo foi avaliar se há diferença da evolução na reabilitação dos indivíduos submetidos à reconstrução do LCA. Através das técnicas osso-tendão patelar-osso ou enxerto quádruplo do semitendíneo e grácil através de uma revisão da literatura. Utilizaram-se as bases de dados eletrônicas: MEDLINE, EMBASE, LILACS, COCHRANE e PEDro. Os critérios de inclusão foram: Ensaio clínico randomizado e aleatório com ou sem metanálise.

Participantes com lesão do LCA associada ou não a lesão meniscal e que foram submetidos à ligamentoplastia e à reabilitação fisioterapêutica. Intervenção cirúrgica através das técnicas de reconstrução osso-tendão patelar-osso ou enxerto quádruplo do semitendíneo e grácil. Ensaios clínicos que comparem a diferença da evolução na recuperação funcional.

Estudos publicados nos idiomas: português, inglês e espanhol, no período de 1997 a junho de 2011. Foram encontrados cinco ensaios clínicos que preenchessem os critérios de inclusão. Não foram observadas diferenças clínicas e funcionais entre as técnicas, porém, com recomendação para uma reabilitação menos agressiva e com maior atenção no fortalecimento dos isquiotibiais quando estes são utilizados como enxerto.

Descritores: Ligamento cruzado anterior. Artroscopia. Resultado de tratamento. Reabilitação. Modalidades de fisioterapia.

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INTRODUÇÃO

A decisão para a reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) é baseada em fatores como:

Grau de instabilidade, idade do paciente, nível de exigência do joelho, presença de falseios, lesões meniscais recorrentes e interesse em retornar ao esporte. A cirurgia tem como objetivo criar uma réplica do ligamento original. Porém, para se obter as mesmas capacidades funcionais comparadas ao membro não operado é necessário um programa de reabilitação.

Técnicas cirúrgicas

Muitos estudos publicados nos últimos anos descrevem as diferentes técnicas e opções de enxertos para a reconstrução do LCA. Os enxertos mais utilizados são: osso-tendão-osso com terço médio do tendão patelar (OTO) e enxerto quádruplo do semitendíneo e grácil (EQSG). Para cada tipo de enxerto existem as vantagens e as desvantagens.

O autoenxerto OTO apresenta alta resistência, boa qualidade de fixação, facilidade em se obter o material, bom potencial de cicatrização. Boa estabilidade a longo prazo, melhor índice de retorno ao esporte, além de ser uma reconstrução rápida. Permite uma reabilitação mais agressiva. Mas existem complicações, como fraturas da patela, tendinite patelar, ruptura do tendão patelar, distúrbios da sensibilidade, inabilidade para ajoelhar-se e dor na região anterior do joelho.

Já o uso do EQSG tornou-se frequente como substituto do LCA porque evita a retirada de parte do mecanismo extensor, diminuindo, assim, as complicações crônicas e agudas da articulação patelofemoral.6 Porém, pode ocorrer fraqueza dos isquiotibiais e o procedimento é tecnicamente mais complicado.4 Aliada à reconstrução ligamentar, a reabilitação do joelho é um ponto de fundamental importância para alcançar os resultados desejados.

Melhor programa de reabilitação, qual é?

O programa ideal de reabilitação tem por base o conhecimento biológico e mecânico exercido pelo ligamento. E para que o joelho alcance sua função aproximada do normal a reabilitação deve ter alguns objetivos: diminuir a dor, controlar a inflamação e a cicatrização, restabelecer a amplitude de movimento (ADM) completa, prevenir a hipotrofia muscular, melhorar a força muscular, manter a função proprioceptiva e facilitar o retorno às atividades laborais e esportivas.

Para se alcançar todos estes objetivos pós-operatórios existem vários protocolos.2 Baseando-se no exposto acima, este estudo teve como objetivo
identificar e analisar o conteúdo dos artigos científicos publicados que verifiquem a evolução na recuperação funcional dos indivíduos submetidos à reconstrução do LCA usando o enxerto OTO ou o EQSG, e que comparem se há diferença na reabilitação entre as duas técnicas.

RESULTADOS

A busca inicial constou de 237 estudos; destes, 190 foram excluídos por não se encaixarem nos critérios estabelecidos. Assim, 47 estudos foram analisados por dois revisores. As referências destes 47 artigos também foram revisadas para identificar possíveis estudos adicionais. Após a avaliação de qualidade e a reunião de consenso foram encontrados cinco ensaios clínicos que preencheram os critérios de inclusão, por responderem integralmente a pergunta da pesquisa, ou seja, que comparassem a diferença da evolução na reabilitação entre os grupos. (Quadro 1) Os outros 42 artigos comparavam as técnicas cirúrgicas com OTO e EQSG descrevendo suas vantagens, desvantagens e complicações.

A Reabilitação

A reabilitação do joelho é um ponto de fundamental importância para se alcançar bons resultados funcionais desejados, podendo considerar-se como variáveis da evolução deste processo: dor, estabilidade
articular, lesões associadas, força muscular, atividades funcionais, sintomas específicos do joelho, retorno à atividade e tempo de reabilitação.

A dor

A dor é um sintoma comum e significante para muitos indivíduos após a ligamentoplastia, podendo interferir nas atividades de vida diária, incluindo as posturas dos membros inferiores adotadas no dia-a-dia. Em trabalhos de acompanhamento (follow-up) de pacientes submetidos a reconstrução do LCA utilizando EQSG ou OTO, não foram observadas diferenças significativas quanto ao relato e intensidade de dor na região do joelho. Para esta avaliação foram utilizados desde a simples classificação pelo relato verbal de presença de dor ou não,9 o uso da Escala Visual Analógica (EVA),10,11 até o uso de uma ferramenta específica para avaliar a dor no joelho: Anterior Knee Pain Score (AKP), que considerava a dor ao repouso, subindo ou descendo degraus, sentado com flexão de joelho por mais de 30 minutos ou ao agachar-se e ajoelhar-se.12

Estabilidade x Avaliação

Para avaliar-se a estabilidade articular do joelho e a lassidão ligamentar após a cirurgia observou-se que todos os trabalhos utilizaram como ferramenta o artrômetro, entretanto com parâmetros distintos: aplicando uma força de 134 N,13 89 N e força manual máxima. Também foram utilizados alguns testes clínicos: teste de Lachman e teste pivô shift. Porém, apenas o trabalho de Heijine e Werner demonstrou diferenças entre os 2 grupos, em que o enxerto OTO garante uma articulação mais estável para a translação anterior e movimento de rotação da tíbia. Uma das complicações decorrentes da instabilidade articular pós-ligamentoplastia é a osteoartrose.

Osteoartrose

Três trabalhos consideraram esta relação como uma variável pós-operatória. Para esta avaliação utilizaram radiografias e o questionário Knee Injury Osteoarthrits Outcome Score (KOOS), o qual, além da dor, também avalia funções da vida diária, funções durante a prática esportiva recreacional e a qualidade de vida. Em nenhuma avaliação observou-se diferenças significativas entre as técnicas cirúrgicas.

Uma das formas de se avaliar o desempenho funcional é por meio da análise da força dos músculos da coxa. Para esta avaliação todos os trabalhos utilizaram o dinamômetro isocinético, mensurando o torque concêntrico e excêntrico dos músculos quadríceps e isquiotibiais.

Novamente diversos parâmetros foram utilizados: velocidades angulares de 90º/s e 230º/s, ou de 60º/s e 240º/s11 ou apenas de 60º/s. Também foram descritos o número de repetições executadas: 5 repetições em uma velocidade angular de 60º/s, descanso de 1 minuto e 30 repetições a 240º/ s10 e 10 repetições a uma velocidade de 60º/s e 20 repetições a 300º/s.

Nesta análise foi demonstrado que após dois anos da cirurgia o grupo EQSG não recuperou o torque muscular do pré-operatório, além de serem observadas reduções do trabalho dos músculos posteriores da coxa entre o 1º e o 2º ano da cirurgia. Também foi demonstrado que os pacientes com EQSG apresentavam menor força para flexão do joelho, sendo necessário um protocolo mais lento e concentrado em exercícios de fortalecimento dos músculos isquiotibiais para este grupo.

Testes

Ainda entre os testes funcionais, o único aplicado em todos os trabalhos foi o salto monopodal.  Porém, outros testes também foram aplicados, como o teste de caminhada, sendo considerada a dor durante e depois do teste; o teste de caminhada ajoelhado 9,10; o teste de saltar degraus 10,11; e teste de oscilação postural monopodal, mensurada em uma plataforma de força.12 Apesar de nenhum teste funcional ter demonstrado diferença entre os grupos, especificamente sobre o teste de salto monopodal, observou-se nos estudos de Heijine e Werner12 e Holm et al.11 que ambas as técnicas apresentaram déficit no membro operado quando comparado ao não operado.

Questionários Aplicados

Questionários foram aplicados para avaliar sintomas específicos e a capacidade funcional do joelho: Cincinnati Knee Rating System (CKRS), questionário Lysholm, International Knee Documentation Committee (IKDC)  e Assessment Numeric Evaluation (SANE) Score.

Também foi relatado o uso da avaliação subjetiva da função do joelho, na qual o paciente relatava verbalmente como considerava a função do joelho. Entretanto, em nenhum trabalho foi observada diferença significativa entre o uso do OTO e do EQSG.

Para avaliar o nível de participação esportiva, todos os trabalhos  utilizaram a Escala de Tegner. Por meio deste teste, observou-se que um ano após a cirurgia os pacientes submetidos à ligamentoplastia com OTO foram capazes de retornar em um nível maior além de tê-lo conseguido em um menor tempo em relação aos com EQSG, de acordo com as conclusões de Heijine e Werner.

Outras avaliações físicas foram realizadas: a amplitude de movimento (ADM) foi mensurada, sendo considerada a ADM total e a perda da extensão, utilizando a goniometria. A perimetria do joelho e da coxa, para avaliar a hipotrofia muscular; a presença de crepitação patelofemoral.  A alteração da sensibilidade na região anterior do joelho.

Variável Atendimento

Em relação ao número de atendimentos fisioterapêuticos, apenas um trabalho referenciou esta variável, a qual foi semelhante entre os grupos. No grupo OTO foram realizados 50 atendimentos,
enquanto no EQSG 51. Para ambos, os atendimentos foram realizados de dois a três vezes por semana. Quanto aos protocolos e condutas fisioterapêuticas utilizadas, estes possuem pobres descrições, não sendo citado o tempo de uso e nem a frequência de aplicação de cada técnica. Ainda com relação à esta análise, observou-se uniformidade nos trabalhos em alguns aspectos, pois todos citam o uso da descarga de peso precoce, na primeira semana de pós-operatório, assim como a maioria usou exercícios em cadeia cinética fechada.

CONCLUSÃO
Após a ligamentoplastia, tanto com uso do enxerto OTO quanto do EQSG, os resultados clínicos e funcionais são semelhantes, porém, com recomendação para uma reabilitação menos agressiva e com maior atenção no fortalecimento dos isquiotibiais quando utilizado EQSG.

O Pilates nas lesões do joelho. como podemos ajudar esses pacientes?

Descreva abaixo os exercícios de pilates nas lesões do joelho que podemos utilizar para otimizar o tratamento? Quais outras técnicas Podemos associar?

Artigo de:
Pereira M, Vieira NS, Brandão ER, Ruaro JA, Grignet RJ, Fréz AR. Tratamento fisioterapêutico após reconstrução do ligamento cruzado anterior. Acta Ortop Bras. [online]. 2012;20(6):372-5.

Escrito por

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Pilates Suspenso e seus Benefícios – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Pilates SuspensoTreinamento do Pilates Suspenso – TRX

O Pilates suspenso propõe diferenciar um pouco esse programa utilizando exercícios em suspensão contra a gravidade.

Ele utiliza o peso corporal como sobrecarga e faz o uso de alavancas de movimentos nos diversos eixos e planos (direções e funções) para aumentar ou diminuir a dificuldade dos movimentos.

Alguns exercícios que podem ser feitos em casa com fita podem ser agachamento, remada e flexão, por exemplo.

O treinamento de Pilates suspenso com fita é um tipo de exercício físico que é realizado com o peso do corpo e que permite exercitar todos os músculos e articulações ao mesmo tempo, ajudando a emagrecer, a tonificar, a diminuir a flacidez e até a perder a celulite.

Para fazer os exercícios é preciso fitas, que são fáceis de transportar e, por isso, permitem fazer o treinar em casa, no jardim, na rua ou na academia e, podem ser usadas em treinos individuais ou em aulas de grupo com o educador físico. Este equipamento é produzido por várias marcas como Bioshape, Stronger, Torian ou TRX, por exemplo e, pode ser comprado em lojas de artigos esportivos, academias ou na internet.

História do treino em Suspensão

A origem do treinamento suspenso não possui uma data exata na história. Uma de suas teorias defende que a modalidade tenha surgido durante as missões da Marinha dos Estados Unidos em locais onde os soldados não dispunham de máquinas para fazer exercícios físicos.

Benefícios do treino em suspensão

O treinamento suspenso é um tipo de treino funcional e tem vários benefícios como:

  • Exercitar todos os músculos do corpo ao mesmo tempo;
  • Desenvolver força, porque provoca a contração constante dos músculos;
  • Ganhar equilíbrio, flexibilidade e coordenação, pois aumenta a estabilidade das articulações;
  • Melhorar a postura, já que trabalha o core;
  • Ajudar a emagrecer, pois aumenta o metabolismo;
  • Diminui a celulite, principalmente nas pernas, porque ocorre perda de massa gorda localizada.

Gostou de nossas dicas?

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Montar Studio de Pilates: O que saber antes – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Studio de PilatesMontar Studio de Pilates: O que saber antes.

É importante traçar um plano e empreender corretamente para não ser surpreendido na hora de montar studio de pilates e principalmente na questão dos gastos e prospecção do seu negócio. Por isso nós estamos criando essa série de artigos sobre como montar studio de pilates e geri-lo..

Olá tudo bem? Eu sou o Junior, vamos conversar um pouquinho? Quero falar sobre Studio de Pilates com você!

Se você chegou até aqui parabéns. Receberá Informações valiosas que irá abrir seu horizonte quanto a Abertura de um Studio de Pilates.

Muitas pessoas me perguntam nos Cursos de Pilates que ministramos: Junior Onde é o melhor Local? Quanto Cobrar? Qual Tamanho Ideal do Studio de Pilates? Um Studio de Pilates deve ter quantos aparelhos? Muitas Outras perguntas são realizadas.

Essas Dúvidas os alunos e clientes tem logo ao iniciar o curso e muitas vezes pós curso, quando levantam uma grana e pretendem montar seu Studio de Pilates. Dinheiro não dá em árvore convenhamos. Por isso criamos um momento no final do curso em que respondemos todas essas dúvidas e muitas outras. Ajudamos, damos suporte aos nossos alunos. E hoje, quero compartilhar um pouco com vocês.

Inicialmente vamos falar sobre o que devo saber antes de montar um Studio de Pilates. Em outros posts falamos sobre Onde montar Studio de Pilates e Comprar Studio de Pilates. Bom, é só acessar e juntar as informações.

E aí Vamos lá?

Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?

Diferente do que muitos pensam, o método Pilates não é Fisioterapia. Foi desenvolvido por Joseph H. Pilates e tem seus princípios baseados em exercícios que trabalham a mente e o corpo. Em síntese, constitui um sistema com mais de quinhentos exercícios com esse objetivo.

Trata-se de um programa que visa a reabilitação e o condicionamento físico. Seus exercícios buscam fortalecer os músculos fracos, alongar os músculos que estão encurtando e aumentar a mobilidade das articulações. Trabalha-se também na melhoria da postura global do individuo. É uma mistura balanceada com treino de força e flexibilidade que melhora a postura, reduz o stress, alonga e tonifica a musculatura sem exageros. O método trabalha vários grupos musculares simultaneamente através de movimentos suaves e contínuos, com ênfase na concentração, fortalecimento e estabilização do Core (abdômen, coluna e região pélvica, também chamada de “powerhouse”).

No Mat Pilates os exercícios podem ser feitos no solo em grupos de até três praticantes por horário, ou individualmente em cinco equipamentos exclusivos: o “Reformer”, o “Cadillac”, o “Ladder Barrel”, o “Combo Chair” e o “Wall Unit”. O conjunto desses equipamentos é conhecido como estúdio pilates.

Locais para se montar studio de pilates

Com grande crescimento e declarada adesão de famosos, o Pilates pode ser praticado em diversos locais, como clínicas, academias, clubes, navios, hotéis ou até mesmo em casa, o que amplia o mercado para empreender.

Deve ser observado que sob a ótica do praticante, não é um investimento barato, logo não é popular. Neste caso precisa ter uma taxa de ocupação alta, geralmente formada pelas classes A e B.

O ponto positivo do empreendimento está na boa margem de lucro, que pode chegar a 60%, e na abrangência do público alvo, que vai desde a adolescência à terceira idade, e também de yoga, de alongamento e de consciência corporal, além de fisioterapia para recuperação de processos traumáticos.

Para elaboração deste plano consulte o Sebrae mais próximo e aproveite para se especializar no método AQUI.
Gostou?

Artigo Escrito por

Camilo Barbosa Junior Crefito3 150302-F
Fisioterapeuta, Especialista Fisiologia do Exercício, Especialista em Reabilitação Aplicada ao Esporte (Unifesp), Pós-graduando em Formação Docente no Ensino Superior. Possui diversos Cursos de Pilates (Completo, Avançado em Suspensão, Patologias, Gestação, Alongamento Consciente, Atualização em Pilates) total de 14 cursos. Pesquisas e áreas do conhecimento em Reabilitação, biomecânica e Pilates – Coluna, Ombro e Quadril. Ministrante de Cursos de Pilates Completo e Avançado em Patologias Ortopédicas desde 2010.
contato@thepilatesfisiofitness.com.br/ blogpilates@thepilatesfisiofitness.com.br Tel:11.96781-1979 (whats) https://www.facebook.com/junior.fisio.39

No curso de Pilates Avançado em Patologias Ortopédicas: Módulo Coluna & Ombro veremos todos os aspectos teórico e prático e o aprendizado no que tem de mais atual na reabilitação.
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Comprar Studio de Pilates: Gaste Somente o Necessário – BLOG PILATES FISIO FITNESS

Studio de Pilates: Gastar apenas o Necessário!

Olá tudo bem? Eu sou o Junior, vamos conversar um pouquinho? Quero falar sobre Studio de Pilates com você!

Se você chegou até aqui parabéns. Receberá Informações valiosas que irá abrir seu horizonte quanto a Abertura de um Studio de Pilates.

Muitas pessoas me perguntam nos Cursos de Pilates que ministramos: Junior Onde é o melhor Local? Quanto Cobrar? Qual Tamanho Ideal do Studio de Pilates? Um Studio de Pilates deve ter quantos aparelhos? Muitas Outras perguntas são realizadas.

Essas Dúvidas os alunos e clientes tem logo durante o curso e muitas vezes pós curso, quando levantam uma grana e pretendem montar seu Studio de Pilates. E Dinheiro não dá árvore convenhamos. Por isso que Criamos um momento no final do curso em que respondemos todas essas dúvidas e muitas outras. Ajudamos, damos suporte aos nossos alunos. E hoje, quero compartilhar um pouco com vocês.

Inicialmente vamos falar sobre quais equipamentos comprar para montar um Studio de Pilates. Em outros posts falamos sobre Onde montar o Studio e O que devemos saber antes de montar um studio de pilates. Bom, é só acessar e juntar as informações.

E aí Vamos lá?

 

Junior quero montar um Studio de Pilates, o que eu devo comprar e quanto vou gastar? essa é a pergunta mais respondida por nós nos cursos

Equipamentos:

Studio de Pilates

  • O Ideal é ter um Kit de aparelhos (Cadillac, Reformer, Step Chair e Barrel); OBS: Não Compre Equipamentos de Madeira Eucalipto (Liptus) é a pior madeira do mercado. Mas falaremos sobre isso em outro artigo.
  • Espelhos – deixa a sala maior, enriquece o ambiente e propicia ao aluno e professor melhor visualização dos exercícios;
  • Tatames – ideal ter pelo menos dois tatames de 2X1- Dá para atender uma pessoa no solo enquanto o restante dos alunos estão nos Aparelhos.
  • Bebedouro, ar condicionado ou ventiladores e circuladores de ar – Por questões obvias, nem precisamos explicar.
  • Telefone – se possível sem fio com secretária eletrônica, bina e que possa ser levado com você  – Auxilia a Atender sair e poder retornar as ligações.
  • Solo – se possível de piso laminado (madeira) ou com tatames, jamais piso frio;
  • Acessórios: aumenta a gama de exercícios e dificuldades, enriquece a aula: IMPORTANTÍSSIMO
  • Bolas, ideal ter no mínimo duas – 55 cm, 65 cm e se possível de 75 cm; Sem dúvida ao menos duas bolas!
  • Faixas elásticas – tipo theraband (marca); Faixas elásticas baratas e tem muitos exercícios que podem ser realizados. Inclusive temos um curso somente de acessório com mais de 100 exercícios.
  • Over ball – 1/5 kg e 1 Kg;
  • Disco de Freeman, disco proprioceptivo;
  • Pesos (Caneleiras, halteres (não exceda 2 a 3 Kg);
  • Bolas pequenas, tipo cravo, feijão;
  • Meia lua;
  • Meia bola (tipo Bosu);
  • Mini tramp (cama elástica).
  • Rolo de EVA.

 

Gostou de nossas Dicas? passe a diante. Compartilhe, indique a amigos e colegas de profissão informação deve ser sempre passada adiante.

 

Artigo Escrito por

Camilo Barbosa Junior Crefito3 150302-F
Fisioterapeuta, Especialista Fisiologia do Exercício, Especialista em Reabilitação Aplicada ao Esporte (Unifesp), Pós-graduando em Formação Docente no Ensino Superior. Possui diversos Cursos de Pilates (Completo, Avançado em Suspensão, Patologias, Gestação, Alongamento Consciente, Atualização em Pilates) total de 14 cursos. Pesquisas e áreas do conhecimento em Reabilitação, biomecânica e Pilates – Coluna, Ombro e Quadril. Ministrante de Cursos de Pilates Completo e Avançado em Patologias Ortopédicas desde 2010.
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Vou montar um Studio de Pilates. O que preciso saber? Blog The Pilates Fisio Fitness

Studio de Pilates onde devo montar?

Olá tudo bem? Eu sou o Junior, vamos conversar um pouquinho? Quero falar sobre Studio de Pilates com você!

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Muitas pessoas me perguntam nos Cursos de Pilates que ministramos: Junior Onde é o melhor Local? Quanto Cobrar? Qual Tamanho Ideal do Studio de Pilates? Um Studio de Pilates deve ter quantos aparelhos? Muitas Outras perguntas são realizadas.

Essas Dúvidas os alunos e clientes tem logo durante o curso e muitas vezes pós curso, quando levantam uma grana e pretendem montar seu Studio de Pilates. E Dinheiro não dá árvore convenhamos. Por isso que Criamos um momento no final do curso em que respondemos todas essas dúvidas e muitas outras. Ajudamos, damos suporte aos nossos alunos. E hoje, quero compartilhar um pouco com vocês.

Bom inicialmente vamos falar sobre o principal deles quando se deseja montar um Studio de Pilates. Vamos lá?

curso de pilatesLocal a definir:

  • Esse é o principal fator e o mais importante na hora da abertura do espaço.
  • Regiões que não possui ou que possuam poucos Studios de Pilates, com público de classe A, B (classe média-alta) são os melhores e trazem melhores rendimentos;
  • Possua estacionamento local ou parcerias com estacionamentos próximos;
  • Busca por locais que possuam serviços integrados ou próximos, tais como: Estéticos, médicos (ortopédicos, neurológicos, obstetras, ginecológicos, etc.).
  • Tamanho do Studio de pilates (espaço físico):
  • Primeiramente estabeleça o tamanho conforme a demanda e as pretensões do seu negócio;
  • Salas de 35 a 40m tem o tamanho ideal para abrigar cerca de 3 a 4 alunos hora aula e diminuem as despesas (aluguel, energia elétrica, água, produtos de limpeza, etc.);

Não misture outros serviços numa mesma sala, agregar serviços é bom, mas cada qual deve ter sua própria sala e repartições.

Gostou? O segundo Post sobre abertura já está em nosso BLOG – Clique Aqui

Quer saber? vou disponibilizar nosso contato blogpilates@thepilatesfisiofitness.com.br – tire todas as suas dúvidas!

Compartilhe e marque seus amigos, a informação deve ser repassado a todos. Limita-se quem deseja guardar seus conhecimentos apenas.